29 de maio de 2017

Adolescente morre ao ingerir alta dose de cafeína em curto intervalo

Um americano de 16 anos morreu depois de consumir três bebidas com alto teor de cafeína em um intervalo de apenas duas horas. Davis Allen Cripe bebeu, em sequência e rapidamente, um café latte do McDonalds, um energético e um refrigerante de cor verde-limão da marca Mountain Dew. Logo depois, ele sofreu arritmia cardíaca, o que o levou a um colapso na sua escola, no estado da Carolina do Sul. O estudante morreu uma hora depois de desmaiar.

Um americano de 16 anos morreu depois de consumir três bebidas com alto teor de cafeína em um intervalo de apenas duas horas. Davis Allen Cripe bebeu, em sequência e rapidamente, um café latte do McDonalds, um energético e um refrigerante de cor verde-limão da marca Mountain Dew. Logo depois, ele sofreu arritmia cardíaca, o que o levou a um colapso na sua escola, no estado da Carolina do Sul. O estudante morreu uma hora depois de desmaiar.

O legista Gar Watts confirmou o que os médicos registraram como “um evento cardíaco induzido por cafeína que resultou em arritmia” para definir a causa da morte do adolescente. Watts, no entanto, disse que caso não deve ser classificado como uma overdose da substância.

Na visão do profissional, o adolescente teria praticamente “virado” as bebidas em intervalo de tempo curto para a ingestão de tanta cafeína. Watts ainda ressaltou que a causa da morte não teria sido esclarecida sem os testemunhos de pessoas que viram Davis Cripe beber os energéticos. Cripe não possuía qualquer anomalia cardíaca antes do episódio. Era considerado, por médicos e parentes, um jovem saudável.

“Não estamos dizendo que foi o montante total de cafeína no corpo. Foi apenas como ele ingeriu tudo aquilo em um curto período de tempo. Virar uma bebida energética, no fim das contas, foi o problema que causou a arritmia”, frisou o legista.

O adolescente pesava 90 kg — o que, segundo os profissionais, não o classificava como obeso mórbido, um elemento que poderia influir na condição cardíaca. O legista ainda pontuou que Cripe poderia ter consumido as mesmas substâncias, da mesma forma, outras vezes, e ter saído ileso.

Fonte: iBahia

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