27 de junho de 2017

VLT recebe crítica, mas edital sai este mês

Nas oficinas da antiga CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) na Estação da Calçada, estão três trens climatizados, adquiridos em Minas Gerais, ao custo de R$ 8 milhões em 2013, que não rodam há mais de cinco anos. Três outros, reformados em São Paulo em 2007, também estão parados.

 

Nas oficinas da antiga CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) na Estação da Calçada, estão três trens climatizados, adquiridos em Minas Gerais, ao custo de R$ 8 milhões em 2013, que não rodam há mais de cinco anos. Três outros, reformados em São Paulo em 2007, também estão parados. Em compensação, para atender ao Subúrbio Ferroviário de Salvador, existem apenas dois trens, reformados em 2001 e que transportam diariamente 10 mil passageiros. As denúncias apresentadas na última quinta-feira, durante audiência pública na Defensoria Pública do Estado da Bahia, foram feitas pelo coordenador do Movimento Trem de Ferro, Gilson Vieira. Munidos de documentos, entre os quais petição à Procuradoria Geral de República e da Associação dos Engenheiros Ferroviários da Bahia e Sergipe, Gilson diz que, além de tornar a obra mais onerosa, a proposta de se mudar os trilhos da malha ferroviária, para a entrada do VLT – Veículo Leve sobre Trilho, trocando-os por outros de bitolas semelhantes ao do metrô, vai deixar toda a população da região sem transportes pelo tempo que durarem as obras.

 

 

Fonte: Tribuna da Bahia

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