20 de Setembro de 2018

Justiça italiana absolve réu por homicídio no Brasil

 

Corte de Apelação de Roma absolveu nesta segunda-feira (16) o italiano Pietro Ladogana, 47 anos, de ser o mandante do homicídio de seu compatriota Enzo Albanese, 42, ocorrido em maio de 2014, na cidade brasileira de Natal (RN).

 

 

Corte de Apelação de Roma absolveu nesta segunda-feira (16) o italiano Pietro Ladogana, 47 anos, de ser o mandante do homicídio de seu compatriota Enzo Albanese, 42, ocorrido em maio de 2014, na cidade brasileira de Natal (RN).

 

Após mais de duas horas de deliberações, os juízes afirmaram que Ladogana "não cometeu o fato". O Ministério Público de Civitavecchia havia pedido a pena de prisão perpétua para o réu. Ainda cabe recurso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

IFrame

Ex-tenente dos carabineiros (a polícia militar da Itália), Albanese vivia no Brasil havia oito anos e foi morto a tiros na frente de sua casa em Natal. No país, ele cuidava de uma clínica estética e era diretor técnico de um time de rúgbi chamado Alecrim.

 

Ladogana foi preso poucos dias depois, no Aeroporto de Fiumicino, em Roma, quando ia embarcar para o Brasil. A tese da acusação era de que o homicídio teria sido motivado por uma denúncia feita pela vítima sobre ilegalidades envolvendo imóveis. Os investigadores apontaram o policial brasileiro Alexandre Douglas como executor material do assassinato.

 

Tanto Ladogana quanto Douglas também são alvos de inquérito no Brasil. "Estamos satisfeitos. A sentença de hoje atesta que Pietro Ladogana não é o mandante do homicídio de Albanese", afirmaram os advogados do réu, Pierfrancesco Bruno e Fabrizio Bordoni.

Corte de Apelação de Roma absolveu nesta segunda-feira (16) o italiano Pietro Ladogana, 47 anos, de ser o mandante do homicídio de seu compatriota Enzo Albanese, 42, ocorrido em maio de 2014, na cidade brasileira de Natal (RN).

Após mais de duas horas de deliberações, os juízes afirmaram que Ladogana "não cometeu o fato". O Ministério Público de Civitavecchia havia pedido a pena de prisão perpétua para o réu. Ainda cabe recurso.

 

 

 

 

 

 


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Ex-tenente dos carabineiros (a polícia militar da Itália), Albanese vivia no Brasil havia oito anos e foi morto a tiros na frente de sua casa em Natal. No país, ele cuidava de uma clínica estética e era diretor técnico de um time de rúgbi chamado Alecrim.

Ladogana foi preso poucos dias depois, no Aeroporto de Fiumicino, em Roma, quando ia embarcar para o Brasil. A tese da acusação era de que o homicídio teria sido motivado por uma denúncia feita pela vítima sobre ilegalidades envolvendo imóveis. Os investigadores apontaram o policial brasileiro Alexandre Douglas como executor material do assassinato.

Tanto Ladogana quanto Douglas também são alvos de inquérito no Brasil. "Estamos satisfeitos. A sentença de hoje atesta que Pietro Ladogana não é o mandante do homicídio de Albanese", afirmaram os advogados do réu, Pierfrancesco Bruno e Fabrizio Bordoni.

 

 

Fonte: Terra

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