23 de Agosto de 2017

Câmara discute sistema socioeducativo de Salvador

Ações em prol da Comunidade de Atendimento Socioeducativo de Salvador (Case) serão discutidas em audiência pública realizada pela Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara Municipal de Salvador, em parceria com a Defensoria Pública do Estado da Bahia. O encontro acontece na próxima terça-feira (15), às 9h, no Centro de Cultura, e tem como objetivo ampliar o debate relacionado às casas de medidas socioeducativas na Bahia.

 

Ações em prol da Comunidade de Atendimento Socioeducativo de Salvador (Case) serão discutidas em audiência pública realizada pela Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara Municipal de Salvador, em parceria com a Defensoria Pública do Estado da Bahia. O encontro acontece na próxima terça-feira (15), às 9h, no Centro de Cultura, e tem como objetivo ampliar o debate relacionado às casas de medidas socioeducativas na Bahia.

O presidente do colegiado, vereador Hilton Coelho (PSOL), convidou a sociedade a participar do evento que considera fundamental para que o Estado cumpra com suas obrigações em relação a esse setor. 
“Lembro que tanto a Câmara de Salvador quanto a Defensoria Pública devem assegurar e garantir os interesses individuais e coletivos da criança e do adolescente no sistema socioeducativo na Bahia”, afirmou o vereador.

Hilton destacou que o interesse da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente é analisar o funcionamento do sistema socioeducativo na Bahia, bem o cumprimento das medidas socioeducativas restritivas de liberdade, em especial na unidade Case Salvador, observando a atuação do Estado e da Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac).

“A Case possui capacidade para 140 internos embora estejam custodiados em torno de 400 jovens. Esse é um local que deve ser encarado como espaço de ressocialização e não depósito humano”, concluiu Hilton Coelho.

Ações

“Precisamos discutir ações que viabilizem as medidas socioeducativas no estado. A situação daqueles meninos e meninas, que se encontram em uma verdadeira sociedade do cárcere, sem dignidade e condições de sobrevivência, é degradante e desumana. São crianças e jovens dos 12 aos 20 anos que se encontram completamente perdidos”, afirmou a vice-presidente da Comissão em Defesa da Criança e do Adolescente, vereadora Rogéria Santos (PRB).

 

 

 

 

Whatsapp

Ultimas notícias

Galeria

Imagens de 'close' inédito da Grande Mancha Vermelha de Júpiter
FOTOS HISTÓRICAS QUE VOCÊ PROVAVELMENTE NUNCA VIU
Apresentações e treinos no Vitória
Ver todas as galerias

Artigos