21 de Março de 2019

Investigados da Lava Jato no RJ receberam, em 2018, mais de R$ 3 milhões em salários sem trabalhar

Em 2018, o contribuinte do Rio de Janeiro pagou mais de R$ 3 milhões em salários para investigados na Lava Jato que não estavam trabalhando. O levantamento da GloboNews, exibido nesta quarta-feira (9), foi realizado a partir de informações em portais da transparência.

Alguns desses investigados são: o ex-governador Luiz Fernando Pezão; o procurador de Justiça, Cláudio Lopes; e o ex-presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani.

 
Contribuinte do Rio de Janeiro pagou mais de R$ 3 milhões em salários para investigados na Lava Jato — Foto: Reprodução/GloboNewsContribuinte do Rio de Janeiro pagou mais de R$ 3 milhões em salários para investigados na Lava Jato — Foto: Reprodução/GloboNews

Contribuinte do Rio de Janeiro pagou mais de R$ 3 milhões em salários para investigados na Lava Jato — Foto: Reprodução/GloboNews

Só na Alerj, além de Picciani, foram pagos, em dia, os vencimentos de outros nove parlamentares presos ou afastados dos mandatos durante as operações Cadeia Velha e Furna da Onça.

Já no Tribunal de Contas do Estado (TCE), cinco conselheiros afastados desde março de 2017, durante a Operação Quinto D'ouro, também continuaram a receber os salários em dia.

 
Contribuinte do Rio de Janeiro pagou mais de R$ 3 milhões em salários para investigados na Lava Jato — Foto: Reprodução/GloboNewsContribuinte do Rio de Janeiro pagou mais de R$ 3 milhões em salários para investigados na Lava Jato — Foto: Reprodução/GloboNews

Contribuinte do Rio de Janeiro pagou mais de R$ 3 milhões em salários para investigados na Lava Jato — Foto: Reprodução/GloboNews

A produção da GloboNews procurou os investigados e órgãos. O TCE informou que a decisão do Superior Tribunal de Justiça não prevê que os vencimentos dos servidores deixem de ser pagos, o que segundo a Corte só poderia ocorrer por determinação da Justiça.

Já a Alerj informou que os deputados continuavam titulares em seus mandatos e, por isso, recebem os salários. O Ministério Público estadual e o Governo do RJ ainda não enviaram posicionamento à GloboNews.

Todos os citados, presos ou afastados, negam as acusações da Lava Jato.

Com informações do G1

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